sábado, 16 de outubro de 2010

aprender.

Há aquele momentos, na nossa vida, que nos obrigam a ficar de boca calada e a fechar os olhos. Eu devia aprender com os meus erros, a sério que devia, e também com os erros dos outros. E aprender a ficar calada por que já devia ter aprendido a não abrir a boca, a tentar ser amiga, a dar a minha opinião. Devia ter aprendido que ser o underdog significa ter todos em cima de ti, a seguir-te, a dar opinião sobre o que fazes, o que não fazes, o que dizes ou o que não dizes.
Já devia ter aprendido a digerir melhor esta sensação de estar na berlinda, de que afinal não posso confiar em quem sempre pensei que o podia fazer. Aprendi, da pior maneira, que aquela merda é mesmo um teatro e que todos dizem ser o que não são. E que nas suas falas culpam sempre outra personagem porque é esse o seu truque, saber chutar a batata quente.
Sinto-me sozinha no meio de uma multidão. Já devia ter aprendido a deglutir isto, mas não passa da garganta.

Vai ser mesmo isto que vou levar comigo?

sábado, 9 de outubro de 2010

Desassossego

Hoje foi dia de cinema...no Teatro Nacional de S.João com o companheiro de sempre.
Esperava-nos O Filme do Desassossego do João Botelho e dois lugares num camarote muito alto, do qual, só de pensar, ainda me dá vertigens.

João Botelho fez um óptimo trabalho no que toca a adaptação do desassossego da alma, mas creio que o filme está um pouco extenso demais, como também existem certos segmentos que primam pelo exagero.
Porém, o realizador parece colocar uma espécie de lente carnal na câmara pela forma como explora o mundo interior das emoções e o corpo humano. O branco dos olhos contrastando com o vermelho dos lábios, o movimentos dos corpos, o som. O estatismo que muitas vezes pauta no filme acaba por ser um ponto negativo porque, não só alonga o filme em demasia, como tenta espremer demasiada informação do próprio momento do filme e, muitas vezes, são os momentos mais fugazes que enriquecem a película.
Bernardo Soares, aquele Bernardo Soares, ainda ecoa na minha mente. Excelente escolha de actor, e todo aquele desassossego capaz de nos ferir é estrondoso.

E somos bem capazes de louvar João Botelho por ter sido capaz de ter trazido este Fernando Pessoa perturbado para os dias de hoje, mostrando a imundície que nos persegue, que nos cerca, que nos sufoca. Aplicando as sábias palavras do escritor aos dias de hoje e de como, aparentemente, nada mudou. Isso, ou perdeu a camuflagem.

A Gaivota


Já tinha ficado muito estupefacta com o Platónov que o Nuno Cardoso apresentou há cerca de dois anos, e por isso estava em ânsias para assistir a esta Gaivota Tchékoviana.

Apesar do texto se tornar um pouco decadente mais pro final do espectáculo, acompanhando o decadentismo de Costia, o espectáculo surpreendeu-me pelo jogo de luzes, cores e cenário. A junção das cores criavam imagens perfeitas que adicionadas ao estatismo que muitas vezes invade o palco originam imagens, momentos perfeitos e fundamentais para se gravar na memória. Acho que dificilmente me esquecerei do negro, do branco, do rosa a baloiçar com o pôr-do-sol como pano de fundo.
A peça acaba por juntar na mesma encenação dois tipos de estatismo: aquele que tira ritmo ao espectáculo, sendo, no entanto, maioritartiamente pautada por aquele estatismo afectuoso que aproxima ao espectador do teatro ao criar imagens que devem ser recordadas pelos nosso olhos como verdadeiras pinturas humanas.
Quanto à prestação dos actores há que apontar a revolução na imagem de Maria do Céu Ribeiro com uma renovada jovialidade e um Paulo Freixinho algo contido, mas que consegue trabalhar a sua personagem de uma forma magnânima, aliás como nos tem vindo a habituar.
De maneira pessoal identifiquei-me com a personagem de Micaela Cardoso, uma pequena de 22 anos inteiramente descontente com a vida e que se veste de preto para demonstrar essa mesma tristeza. Não que eu esteja descontente com a minha vida, mas aos 22 (ou quase) foi inevitável não olhar para aquela personagem e questionar os meus ideiais e compará-los com os dela perante uma vida que não a satifaz acompanhada por um amor não correspondido.

A Gaivota foi, de facto, um espectáculo imperdível. Um óptimo ínicio de temporada.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Desaprender.

acalmo a pele com fogo dentro, queima, arde. dentro.  fora. corpo em chamas. pensamento. dúvida. medo. medo que arrasta angústia. angustia a dor. choro. lágrima. sal. mar. praia, que saudades do sol! saudade. sorriso. adeus. mão. toque. amor. saudades de amar. de sentir. do bater do coração. bater. relógio. tempo. tempo que passa e não espera. solidão. frio. escuro.

há muito que me desaprendi, que deixei de querer acordar de manhã cedo e passei a quedar-me na cama, lentamente, ronronando como um gato. encarocolando o cabelo, enquanto finjo a pensar na minha vida que nada de pensante tem. depois uma pressa assome e todo os átomos do meu corpo entram em conflito. os minutos contam e neste mundo ninguém espera por mim.

agreste. semi. carne. dor. sangue. corte. acção. teatro.

os dias já não são iguais. o hoje não é igual ao ontem, mas isso já todos sabem, mas ninguém me diz. e foste parva por pensar que um dia aquilo ia ter solução.
e desaprendemos de tudo aquilo que aprendemos, porque nunca cremos na verdade. nem é precisa ouvi-la, basta senti-la nos nossos olhos.
e como um mar de sentimentos, um maremoto invade-nos os sentidos e mortos estamos nós. num pedestal. de esquecimento. nós.


noz. fruto.casca. protecção. frio. escuro. noite. dormir. esquecer. desaprender. medo.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Bookworm



this is me right now.




quinta-feira, 23 de setembro de 2010

dos olhos gastos.

Eu bem que há uns tempos me queixei de que sentia os olhos gastos. Bem que me queixei. Bem que deixei que a minha mãe brincasse comigo quando dizia que era normal que os meus olhos estivessem gastos já que passo metade do meu tempo a ler, no pc,a ver televisão, ou seja, os meus olhos estão abertos mais tempo do que estão fechados.

Eu bem que disse que um dia esta poluição visual me ia gastar os olhos. E eu, que já me conheço há quase 22 anos (de hoje a um mês são 22, true) já devia saber que, comigo, estas coisas chegam ao fim que eu ditar.

Ontem foi o dia. Óculos de descanso para estar ao computador, a ler, a escrever, nas aulas, a explicar, a ver televisão, no cinema, no teatro and so on.

Eu bem que dizia que uma dia ia ter os olhos gastos...!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

do sono.

Esta noite que passou não consegui dormir. Creio que o meu subconsciente sabe que andarei numa roda-viva nos próximos dias e não conseguiu, sequer, descansar.
Resultado? Acordei muito mal-disposta de manhã. Consequência? Desanco nas pessoas. Segunda Consequência? Sinto-me mal comigo mesma.

Eu juro que não queria, que queria afastar este sentimento de mim, mas ando a ficar farta de pessoas. E se ando a ficar farta de pessoas, se não tenho vontade sequer de falar com elas, não me posso queixar que me sinto deixada de lado. Certo? Certo.
Mas e se todo este repelente populacional se deve ao facto das pessoas se estarem, constantemente, a nas tintas para mim? Já faz mais sentido?

Neste momento vivo uma das fases mais preenchidas da minha vida. A L. escreveu aqui há uns tempos que eu estou sempre a fazer alguma coisa, e ultimamente, tenho me lembrado imenso dessa frase, porque efectivamente eu estou sempre a fazer alguma coisa e há sempre algum campo que descuro. Depois sinto-me mal porque não me apetece ir desbravá-lo e depois as pessoas deixam o meu campo como um terreno baldio, quase como aprendíamos em história há uns tempos. E eu tenho muito medo que as pessoas, simplesmente, se esqueçam de mim.

Eu não esqueço ninguém, embora haja pessoas que devia mesmo esquecer, apagar o seu registo da minha vida. Mas, às vezes, gosto de ficar no meu canto. Lidar com os meus problemas, perceber a minha neuroticidade paranóica e esperar que venham ter comigo. Mas nunca vêm, as pessoas esquecem-se de mim. Sinto-me material descartável, uma pessoa tão insignificante que facilmente se põe de lado.

para quê perder tanto tempo se a mim ninguém me vê?
[mundo secreto.]

domingo, 19 de setembro de 2010

das suposições e das mentalidades.

Tenho andado calada, não sem inspiração, mas sem vontade de cá vir escrever sobre coisas corriqueiras. Na verdade, sinto que a minha vida nos últimos dias tem assistido a verdadeiras reviravoltas sanguinolentas: seja porque estou, neste momento, a ser obrigada a crescer ou porque estou neste momento a ver que há outros que se recusam a fazê-lo.
Amanhã começa um nova etapa para todos e desde que carrego uma capa nos ombros sinto uma nova responsabilidade porque este é o último. Coisa da qual ainda não estou muito bem mentalizada, mas talvez seja por isso que, agora, consiga ver por outro prisma tudo o que se passa à minha volta e consiga perceber a idiotice que muitas vezes me rodeia.

Tenho me vindo a aperceber que à minha volta muitas são as pessoas que vivem das suposições, que vivem e tiram as suas conclusões do diz que disse e que não se dão ao trabalho de ir ter com a fonte perguntar, pesquisar, tratar de saber a verdade. É muito mais fácil apontar apenas o dedo, acreditar nas suposições dos outros porque, no fundo, é muito mais prático fazer parte do rebanho do que ser a ovelha negra, não é?

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Natália Correia


13 de Setembro de 1923 - 16 de Março de 1993

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

ter medo.

Não é bem ter medo, mas ter receio do que está para vir. Apenas porque acho que vai exigir muita coisa de mim, coisas estas que não sei se as tenho guardadas em mim e pelas quais me vou maravilhar quando as descobrir.
É que é um filho da p...mãe de um passo de gigante para quem só calça o 35/36 e sofre de uma surpreendente neuroticidade paranóica que muitas vezes lhe provoca uma insónia muito grave.

E este ano têm-se mais responsabilidades, cresce-se num instante, o tempo passa num instalar dos dedos.
Pqp.
[parece que nem sei escrever ou dizer alguma coisa de jeito. --']

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

É uma tristeza, isto.

Sabem quando não têm nada a dizer? Estou assim, pronto. Não é que não se passe nada na minha vida, porque passa (e até corre), mas é tudo tão normal que não me surge nenhuma ideia nova ou inspiração para vos deliciar com um post novo.
Tenho me dedicado mais ao meu blog light - Crónicas de Peso Leve - e mesmo assim sinto que me tenho desleixado um pouco por ali também. Mas não há vontade de sacudir este amorfo que se colou à minha vida.

Pronto, no fundo este post só serviu para vir aqui publicitar o meu blog. A ver se dá mais ânimo à dieta que isto aqui anda em polvorosa encadescente.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Dias de Mudança (*)

Depois de ontem ter fechado aquela porta pela última vez este ano, não consegui evitar pensar no que tinha aprendido durante um mês. E que neste mês de Setembro iria aprender ainda mais.

Há um ano atrás escrevi que não gostava muito do mês de Setembro porque era o mês do ínicio, do reencontro com a vida que ficou em stand-by e que preferia passar logo para Outubro. Mas este ano sinto-me diferente e recebi este mês de braços abertos e enfrentar uma nova etapa que certamente me irá ajudar imenso no futuro.

Por isso quando hoje me sentei no comboio e liguei o mp3, não pude evitar sorrir quando foi esta música dos Mundo Secreto que surgiu no ecrã. Porque estes são, efectivamente, os meus dias de mudança.
E com um prefixo antes do meu nome.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ultimamente não tenho tido nada de novo sobre o que escrever...

... por isso decidi partilhar as palavras deste Senhor, José Saramago:



(...) " Fica, enquanto não fores, será sempre tempo de partires, Porque queres tu que eu fique, porque é preciso, Não é razão que me convença, Se não quiseres ficar, vai-te embora, não te posso obrigar, Não tenho forças que me levem daqui, deitaste-me um encanto, Não deitei tal, não disse uma palavra, não te toquei, Olhaste-me por dentro, Juro que nunca te olharei por dentro, Juras que não o farás e já o fizeste, Não sabes de que estás a falar, não te olhei por dentro, se eu ficar, onde durmo, Comigo. Deitaram-se, Blimunda era virgem. Que idade tens, perguntou Baltasar, e Blimunda respondeu, Dezanove anos, mas já então se tornara muito mais velha. Correu algum sangue sobre a esteira. Com as pontas dos dedos médio e indicador humedecidos nele, Blimunda persignou-se e fez uma cruz ao peito de Baltasar, sobre o coração. Estavam ambos nús. Numa rua perto ouviram vozes de desafio, bater de espadas, correrias. Depois o silêncio. Não correu mais sangue.
    Quando, de manhã, Baltasar acordou, viu Blimunda deitada ao seu lado, a comer pão, de olhos fechados. Só os abriu, cinzentos àquela hora, depois de ter acabado de comer, e disse, Nunca te olharei por dentro. "
(...)


in Memorial do Convento

segunda-feira, 23 de agosto de 2010



ESTE BLOG LAVOU A CARA E O ESPÍRITO.



sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Desenhos-Animados


Adoro esta dupla, sempre me perdi de amores pela fofice do Snoopy e do Charlie Brown. E hoje, a meio de um zapping, descobri que no Panda Biggs dão episódios do Snoopy a estas horas da noite. Adoro!

Tão lindos que eles são!

Cheira-me a força. De cor AZUL.


E cheira-me que a panca deste ano se chama Bellushi:


ui.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

dos eles I

Todas as mulheres têm uns eles na sua vida e estes eles, acompanhados por memórias, marcam definitivamente cada momento, cada altura da vida.
Hoje sonhei com um dos meus eles. Um que me marcou profundamente. O último que me fez escrever como se ao mesmo tempo me extirpassem. Porque doía, tudo doía.
Nunca na vida me tinha acontecido igual, olhar para alguém que em tempos não suportava e perceber que esse sentimento tinha desaparecido e outro tinha ocupado o seu lugar vago. Quando aconteceu nem eu notei, foram outros que me olhavam e me acusaram de estar diferente.

Há um texto que escrevi nos primórdios deste blog em que afirmo que ele me ensinou a gostar dele, com o tempo, e ainda recordo alguns dos momentos que partilhamos. Podíamos estar num grupo, mas recordo esse momento como se tivessemos apenas lá nós dois.
Hoje sonhei com ele e quando isso acontece é um arrebatamento para o dia inteiro, porque passo 24 horas a pensar nele e a analisar o sonho. Neste sonho ele perguntava-me se a companhia dele me era agradável e eu não conseguia responder de tanto gostar dele, chorava como se derramasse cântaros numa fonte. Uma tristeza.

Depois ando aqui com uma saudade insondável e neste momento só me apetece abraçá-lo mais uma vez. Se ele aparecesse agora à minha frente ainda era capaz de me fazer saltar o coração pela boca.
Aliás, há eles que passam por mim, que revejo, e fico assim impassível. Mas ele não, ele passa, ele fala e o meu coração fica louco, bate tão depressa e tão forte que parece que vai saltar fora do meu peito.
Não me queria sentir assim, nem pensar nele sequer. É um desperdício de tempo e não resolve nada.

Fuck, this is how I feel.



é um nó na garganta que nem eu percebo o porquê de ele me estar ali a consumir. não sei. sinto-me a ficar para trás. presa. presa num corpo. sem evoluir. sem pensar. como se não existisse. não mexe. arrefece.

Agosto Literário

Desde que Agosto começou já foram estes:


Love, Toni Morrison



O Amor é Fodido, Miguel Esteves Cardoso



Visto do Céu, Alice Sebold



Nómada, Stephenie Meyer


E amanhã dedicar-me-ei ao Saramago:




Até agora os que mais me entusiasmaram foram o da Alice Sebold e o da Stephenie Meyer que se revelou uma verdaderia surpresa quando contava com algo mais parecido à Saga de Luz e Escuridão.


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Procrastination Sucks.

Segundo o meu signo os nativos de Balança não são preguiçosos, mas têm tendência a adiar sempre as coisas e eu sou uma valente procrastinadora. Por exemplo, ando há semanas a adiar a derradeira limpeza do meu quarto, ainda cá tenho fotocópias e livros fora do sítio, tudo porque sei que em Setembro lhe vou dar uma valente volta e, como tal, não vale a pena estar a limpar agora.

Bom, mas eu que tenho andado tão calada, porque não tenho nada de mais a acrescentar a esta vida monótona que é a minha, que vinha aqui desabafar que ver os meus amigos todos andar com a vida deles pra frente me causa alguma.... vá, inveja.

Antigamente eu metia na cabeça que ia mudar, e efectivamente, mudava algo de fantástico na minha vida. Mas com o tempo a energia para toda essa mudança foi-se esgotando e parece que não tenho vontade, sequer, para pensar no que farei amanhã.

Posto isto pensei que quando este mês, estafante, de Agosto terminar me dedicarei a isso seriamente. E, com isto, também vos digo que a minha única resolução para este ano, a minha dieta, será sempre a minha prioridade.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Eclipse.


Visto e revisto.
É o meu livro favorito dos quatro e também o filme (embora o Twilight tenha o seu je ne sais quoi em todo este vício). Fosse o Edward menos lamechas e o Jacob menos bronco e estava perfeito. E os diálogos podiam ser um nadinha mais trabalhados também. Fora isso foram o ênfase nas histórias das outras personagens e a banda sonora que me fizeram gostar deste filme.

domingo, 8 de agosto de 2010

E o Moutinho de Azul e Branco?

Ainda não me habituei, mas já me orgulhei com o que ele disse no final do jogo.


«Escolhi o FC Porto por isto mesmo, títulos»

Poooooooooorto! :D

Toma lá Jesus! Tomem lá pessoas pseudo-portistas que desconfiaram do sucesso deste nosso FêCêPê de cara lavada!

Embora tenha sentido a falta do meu querido Bruno Alves, a verdade é que o André Villas-Boas parece estar a encaminhar a equipa para um bom destino de sucessos. Estou ansiosa que o campeonato comece para ver este Porto em plena acção.

E vamos a ver quais vão ser as polémicas que os benfiquistas vão arranjar para prejudicar o Futebol Clube do Porto.

(E o Maicon? Até fiquei surpreendida com esta pessoa na primeira parte. Fez um jogo muito bom, sim senhor.)

Deixa Soar o Alarme!

O alarme soou no final de sexta-feira quando saí do trabalho. Planos para o fim-de-semana? Praia, fado e romaria.

Praia. A de Leça da Palmeira, claro, com amigos e família num dia muito muito bom! Até dá gosto levantar cedo para passar um dia assim: a rir, dançar e a gozarem comigo por causa da panca muito forte pelos Mundo Secreto.

Fado. A voz da minha Dídi. :')

Romaria. Festas de S.Lourenço daqui da cidade. Eu até nem gosto de grandes ajuntamentos, mas gosto de levar o meu primo para os divertimentos e ver aquele brilhozinho nos olhos que uma vez também tive.

update quanto à minha panca: já ouço tanto Mundo Secreto que até já falo como eles.

sábado, 7 de agosto de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

O Dia de Todos os Pescadores

É sob o olhar de um paciente no hospital que vemos Portugal de um ponto de vista cheio de ironia e acompanhado por uma crítica mordaz. Perante a sua recusa em viver é nos dito que quem se presta a esta mesma recusa é porque acredita que não irá morrer, mas a verdade é que este professor de filosofia vê aflorarem-se-lhe na sua pele todos os seus problemas que nunca foram resolvidos.

Saturação. Toda a atmosferada da peça está cheia de uma saturação que todos nós, um dia, na vida sentimos.Estejamos saturados dos outros ou de nós próprios.

Foi uma peça intensa com interpretações incríveis por parte de cada actor, a ASSédio surpreende-me sempre a cada peça que monta.

Quick Preview

Há uns tempos fiquei triste porque muita gente começou a fazer dieta aquando comecei a minha e vi que, no mesmo tempo que eu, elas tinham perdido mais peso que eu. Claro que cada organismo tem o seu metabolismo e eu, pessoa, cometo alguns excessos assim por fora da dieta.

Bom, mas o que interessa é que perto de Janeiro eu tinha 85 Kg (sim, eu já tive vergonha em dizê-lo) e hoje peso 78Kg, a ver bem é quase 1Kg por mês.
Hoje, quando dei por mim a pensar de novo que devia perder peso mais rapidamente, lembrei-me de uma camisa que tinha no armário, a última vez que a vesti foi em 2008 e tinha a deixado pendurada porque já não me apertava sequer, e vesti-a.

Apertou e bem. E hoje comprei uns calções.

Porque, para mim, estares na moda é estares bem com o teu corpo e em paz com o que sentes.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

day 1: monday mood.


“If Amélie chooses to live in a dream and remain an introverted young woman, she has an absolute right to mess up her life!”

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Teaser do mês de Agosto:

Enquanto uns vão acampar, ou pra praia ou pra fora do país...Aqui eu vou trabalhar.










este blog anda um bocado paradito, e eu que tenho tanto sobre o que escrever...! Falta-me a vontade, a força e, claro, a minha companheira: a inspiração.